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Description
Pout Pourri: a-) Mulata Beleza / b-) Meu Gurufim (Ao vivo) · Arlindo Cruz · Camunguelo · Dudu Nobre
Vocals: Arlindo Cruz
Featured Vocals: Camunguelo
Featured Vocals: Dudu Nobre
Producer: Prateado
Composer: Bafo de Onça
Composer: Dominguinho
Composer: Lino Roberto
Composer: Zé Roberto
Lyrics and translation
Original
Vamo lá, Dudu, vamo cantar esse pagode pra essa nega bonita.
-Vamo que vamo, Da Cruz! -Rá!
Eu também fico o dia todo na janela, esperando aquela mulata mais bela do bairro passar.
Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar. Olha que eu fico. Eu também fico o dia todo na janela-
Só de janela. . . esperando aquela mulata mais bela do bairro passar.
-Da Barra da Tijuca ao Jardim Guanabara.
-Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar.
Essa fêmea tem um -rebolado que é uma sensação. -Já vi, já vi.
Seus cabelos são longos, corpo igual violão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
-Olha que eu fico. -Eu também fico o dia todo na janela.
-Só de janela -Esperando aquela mulata mais bela do -bairro passar. -Vila Isabel, Irajá, meu cumpadi.
Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar. Essa fêmea tem um rebolado que é uma sensação.
Teus cabelos são longos, corpo igual violão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
É, eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
Eu também fico o dia todo na janela.
Eu fico o dia todo na janela. Olha que eu fico o dia todo na janela.
Eu juro que fico o dia todo na janela.
-Vou fingir de morto. -Pode crer.
-Pra ver o que que acontece, cumpadi. -Alô, Baiano!
-Chega mais, Camungão!
-Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café.
E quem vai ficar -paquerando a minha mulher. -Eu vou fingir.
Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café.
E quem vai ficar paquerando a minha -mulher.
-Quando o caixão chegar- -Diz, Munir! -. . .
eu me levanto da mesa e vou logo apagar -as quatro velas da cena.
-Eu vou pedir pra minha mãe: não chora- -Dona Anita -. . .
amigo a gente vê é nessa hora.
Eu vou dizer pra minha mãe, pra minha mãe: mamãe, não chora- Cecê. . . que amigo a gente vê é nessa hora.
Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café. E quem vai ficar paquerando a minha mulher.
Quando o caixão chegar eu me levanto da mesa e vou logo apagar as quatro velas da cena.
Eu vou dizer pra minha mãe: não chora, que amigo a gente vê nessa hora.
Eu vou dizer pra minha mãe, pra minha mãe: mamãe, não chora, que amigo a gente vê, amigo a gente vê, amigo a gente vê é nessa hora.
Amigo a gente vê, amigo a gente vê, amigo a gente vê é nessa hora.
É nessa hora.
-Valeu, Camungão. -Alô, Camô! O Otário do
Sábado.
English translation
Vamo lá, Dudu, vamo cantar esse pagode pra essa nega bonita.
-Vamo que vamo, Da Cruz! -Rá!
Eu também fico o dia todo na janela, esperando aquela mulata mais bela do bairro passar.
Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar. Olha que eu fico. Eu também fico o dia todo na janela-
Só de janela. . . esperando aquela mulata mais bela do bairro passar.
-Da Barra da Tijuca ao Jardim Guanabara.
-Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar.
Essa fêmea tem um -rebolado que é uma sensação. -Já vi, já vi.
Seus cabelos são longos, corpo igual violão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
-Olha que eu fico. -Eu também fico o dia todo na janela.
-Só de janela -Esperando aquela mulata mais bela do -bairro passar. -Vila Isabel, Irajá, meu cumpadi.
Ela é por demais diferente, nunca vi mulher tão atraente, faz qualquer homem a cuca virar. Essa fêmea tem um rebolado que é uma sensação.
Teus cabelos são longos, corpo igual violão.
Eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
É, eu sigo seus passos, não sei o que faço, pra cair em seus braços e morrer de paixão.
Eu também fico o dia todo na janela.
Eu fico o dia todo na janela. Olha que eu fico o dia todo na janela.
Eu juro que fico o dia todo na janela.
-Vou fingir de morto. -Pode crer.
-Pra ver o que que acontece, cumpadi. -Alô, Baiano!
-Chega mais, Camungão!
-Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café.
E quem vai ficar -paquerando a minha mulher. -Eu vou fingir.
Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café.
E quem vai ficar paquerando a minha -mulher.
-Quando o caixão chegar- -Diz, Munir! -. . .
eu me levanto da mesa e vou logo apagar -as quatro velas da cena.
-Eu vou pedir pra minha mãe: não chora- -Dona Anita -. . .
amigo a gente vê é nessa hora.
Eu vou dizer pra minha mãe, pra minha mãe: mamãe, não chora- Cecê. . . que amigo a gente vê é nessa hora.
Eu vou fingir que morri, pra ver quem vai chorar por mim e quem vai ficar gargalhando no meu funeral.
Quem vai beber minha cachaça e tomar o meu café. E quem vai ficar paquerando a minha mulher.
Quando o caixão chegar eu me levanto da mesa e vou logo apagar as quatro velas da cena.
Eu vou dizer pra minha mãe: não chora, que amigo a gente vê nessa hora.
Eu vou dizer pra minha mãe, pra minha mãe: mamãe, não chora, que amigo a gente vê, amigo a gente vê, amigo a gente vê é nessa hora.
Amigo a gente vê, amigo a gente vê, amigo a gente vê é nessa hora.
É nessa hora.
-Valeu, Camungão. -Alô, Camô! O Otário do
Sábado.